Violência obstétrica, negligência no pré-natal, falha em cesárea ou infecção hospitalar podem gerar o dever de indenizar. Avaliamos seu caso com sigilo, respeito e profundidade técnica.
Se alguma destas situações faz parte da sua história, você pode ter direito a reparação:
Episiotomia sem consentimento, manobra de Kristeller, humilhações verbais, impedimento de acompanhante ou procedimentos forçados durante o parto.
Sofrimento fetal não monitorado, demora em indicar cesárea de emergência, ou cesárea realizada de forma inadequada com danos à mãe ou ao bebê.
Paralisia cerebral, lesão de plexo braquial, asfixia neonatal ou outras sequelas neurológicas decorrentes de falha na assistência ao parto.
Infecção de sítio cirúrgico após cesárea, sepse puerperal ou complicações infecciosas por falha nos protocolos de higiene e prevenção.
Exames não solicitados, condições de risco não diagnosticadas, medicações contraindicadas na gravidez ou abandono do acompanhamento.
Laqueadura mal realizada, histerectomia desnecessária, perfuração de órgão, esquecimento de material cirúrgico ou sequelas de procedimentos estéticos ginecológicos.
Indenização fixada pelo STJ em caso de morte materna por hemorragia pós-parto. Valores podem variar conforme a gravidade e circunstâncias.
Atuamos exclusivamente na defesa de pacientes que sofreram danos por falhas médicas. Conhecemos profundamente a medicina obstétrica, a ginecologia e o direito que as protege — e sabemos que cada caso é, antes de tudo, a história de uma pessoa que merece ser ouvida.
Nossa atuação abrange capitais do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, sempre com análise técnica rigorosa e atendimento personalizado.
Envie uma mensagem pelo WhatsApp ou formulário. Você pode contar no seu tempo, sem pressa. Tudo é sigiloso.
Nossa equipe analisa a documentação médica, identifica falhas assistenciais e avalia a viabilidade jurídica. Sem custo e sem compromisso.
Se o caso for viável, conduzimos todo o processo com transparência — mantendo você informada em cada etapa, até a reparação devida.
Fale com quem entende sua dor e conhece a lei que protege você.
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Cada tipo de erro médico exige uma abordagem específica. Conheça as situações em que atuamos:
Negligência na condução do parto, cesárea tardia, falta de monitoramento fetal, uso inadequado de fórceps e complicações evitáveis.
Procedimentos sem consentimento, recusa de analgesia, impedimento de acompanhante, agressões verbais e qualquer forma de violência institucional no parto.
Asfixia neonatal, lesão de plexo braquial, encefalopatia hipóxico-isquêmica e outras sequelas neurológicas por falha na assistência ao nascimento.
Infecção de sítio cirúrgico, endometrite, sepse puerperal e complicações infecciosas relacionadas à falha nos protocolos de prevenção hospitalar.
Exames obrigatórios não solicitados, diagnósticos tardios, prescrições inadequadas e falha no acompanhamento de gestação de risco.
Laqueadura mal realizada, histerectomia sem indicação, perfuração de órgão adjacente, esquecimento de material cirúrgico e sequelas permanentes.
A avaliação inicial do seu caso é gratuita e sem compromisso. Os honorários são discutidos com total transparência após a análise de viabilidade — e podem incluir a possibilidade de pagamento condicionado ao resultado. Nosso compromisso é que o custo nunca seja uma barreira para quem sofreu injustiça.
O prazo prescricional é de 5 anos a partir da data em que você tomou conhecimento do dano, conforme o Código de Defesa do Consumidor. É importante não esperar — quanto mais cedo agir, maiores as chances de preservar provas e obter reparação.
Absoluto. Todos os dados são protegidos por sigilo profissional (dever ético da advocacia) e pela LGPD. Quando cabível, o processo pode tramitar em segredo de justiça. Sua privacidade é inegociável.
Nem toda complicação é erro médico — mas muitas são. A distinção depende de análise técnica do prontuário, exames e protocolos seguidos. Por isso fazemos uma avaliação gratuita com profundidade: cruzamos a documentação médica com a literatura científica para identificar desvios de conduta.
Sim. Você tem direito legal ao seu prontuário e a toda a documentação médica. Podemos solicitar judicialmente, se necessário. Além disso, prontuários incompletos ou adulterados podem favorecer a paciente no processo, pois a lei prevê a inversão do ônus da prova.
A duração varia conforme a complexidade e a comarca, mas processos em primeira instância costumam levar de 1 a 4 anos. Mantemos você informada em cada etapa, com atualizações proativas sobre o andamento.
Preencha o formulário abaixo ou fale diretamente pelo WhatsApp. Sua mensagem é confidencial e a avaliação é gratuita.
Seus dados são protegidos por sigilo profissional e pela LGPD.